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Hard Rock Calling Ganha e vai a Londres O desafio Plug In & Win do Hard Rock Cafe Lisboa & Rádio Comercial dá um grande prémio! O Hard Rock Cafe Lisboa e a Rádio Comercial  lançam de 14 a 25 de Maio o passatempo PLUG IN & WIN que permitirá ao vencedor e acompanhante irem ao Hard Rock Calling 2012, com viagem a Londres, estadia e bilhetes para entrar nos 3 dias do festival, que se realiza em pleno Hyde Park de 13 a 15 de Julho. O valor deste prémio está calculado em 5.000 US dólares. A primeira fase do passatempo passa por apurar dois ouvintes da Rádio Comercial, por dia, a estarem presentes no evento final PLUG IN & WIN que se realiza no Hard Rock Cafe Lisboa, no dia 31 de Maio. Depois do desafio também podes ver a atuação ao vivo do Mikkel Solnado. Os ouvintes para conseguirem marcar presença nesta final terão de acertar nos temas, de artistas que atuarão no Hard Rock Calling deste ano, que serão tocados ao contrário na emissão da Rádio Comercial. Na final PLUG IN & WIN estarão cinco guitarras no palco do Hard Rock Cafe Lisboa, mas apenas uma estará ligada ao amplificador. Os ouvintes finalistas serão desafiados a escolher uma guitarra e a que tocar garante a presença no Hard Rock Calling 2012 para assistir aos concertos de Soundgarden, Iggy Pop & The Stooges, Bruce Springsteen and The E Street Band, Lady Antebellum, Amy Macdonald, Christina Perri, Paul Simon, entre outros, com estadia, voo e entradas no recinto para 2 pessoas. Participa e ganha a oportunidade de assistir ao vivo a um dos mais importantes festivais do mundo que este ano conta também com a presença da banda portuguesa Brass Wires Orchestra! Radio Comercial
Fundação de Serralves Turismo Cultural A Fundação de Serralves continua a apostar no seu programa de Turismo Cultural, propondo viagens inesquecíveis a cidades de todo o mundo, com um vasto património cultural e paisagístico. Todas as viagens têm acompanhamento especializado por elementos formados em arte contemporânea, fotografia, arquitectura e paisagem, que garantem visitas personalizadas a todos os locais. Em 2012, o programa de Turismo Cultural de Serralves inclui uma série de viagens em jeito de experiência fotográfica, para todos os amantes da fotografia. A primeira destas viagens, todas organizadas em parceria com a Fotoadrenalina, tem como destino a região costeira italiana de Cinque Terre e realiza-se de 20 a 24 de Junho: Cinque Terre é composta por cinco vilas costeiras: Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore, que fazem parte do Parque Nacional com o mesmo nome. São também Património Mundial da UNESCO. Ao longo de dezoito quilómetros de costa rochosa, colinas e vinhedos de encosta íngreme até ao mar, as cinco vilas são construídas nas rochas entre a praia e a serra, conectadas por caminhos centenários e trilhas de mulas que abraçam a costa a uma distância entre 500-1000 metros acima do mar. A extensa rede de caminhos conduz-nos através de oliveiras e vinhas, pomares e bosques de castanheiros, e cada aldeia tem seu próprio carácter original. É quase injusto quanta intensa beleza, culinária deliciosa e aromas fabulosos são embalados numa pequena área do país. Não deixaremos de visitar e fotografar Portoino e Génova. PROGRAMA 20 JUN 2012 Portugal / Milão / Sestri Levante / Portoino Voo para Itália (Milão). Viagem em carrinha Van até SESTRI LEVANTE. 21, 22, 23 JUN 2012 Vilas de Cinque Terre: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso del mar 24 JUN 2012 Génova / Milão / Portugal Viagem até Milão. Voo para Portugal. Poderás ver o conteúdo deste e outros artigos aqui.  Natacha Calado/Trendalert
Vídeo Para além das Montanhas Aya Koretsky Não pude­mos estar lá, quando Aya subiu ao palco para rece­ber o pré­mio de melhor longa-​​metragem no Festival de Cinema Luso-​​brasileiro (bem como no Doclisboa) mas, sabendo da sua per­so­na­li­dade reser­vada, resta-​​nos ima­gi­nar um misto de ale­gria e pânico. Para além das mon­ta­nhas (Yama no Anata - no ori­gi­nal), é a his­tó­ria auto­bi­o­grá­fica da cine­asta Aya Koretsky e da sua famí­lia que, no iní­cio dos anos 90, deci­diu aban­do­nar Tóquio para viver nos arre­do­res de Coimbra para tomar conta de uma quinta em estado de quase total abandono. Sob a forma de docu­men­tá­rio, com diá­lo­gos em off, uma foto­gra­fia e uma mon­ta­gem que nos fazem crer estar­mos num sonho, Aya submerge-​​nos em per­gun­tas, num inqué­rito em torno da sua infân­cia, pro­cu­rando as expli­ca­ções pos­sí­veis para este per­curso tão sin­gu­lar. Transbordante de emo­ção, mas de uma sobri­e­dade notá­vel, somos leva­dos a crer que Aya assi­mi­lou o melhor que as duas cul­tu­ras lhe ofe­re­ce­ram, cri­ando uma sen­si­bi­li­dade cine­m a­to­grá­fica pouco frequente. Profundamente ligado às temá­ti­cas que mais lhe inte­res­sam - o exí­lio, a memó­ria e os afe­tos - o docu­men­tá­rio Para além das mon­ta­nhas expõe a rea­li­dade de uma forma muito pes­soal e o enco­ra­ja­mento da sua equipa e de ami­gos (em que se des­taca o pro­du­tor Miguel Clara Vasconcelos e o mon­ta­dor Tomás Baltazar), assim como a crença de que a men­sa­gem era maior do que ela, fizeram-​​na levar para adi­ante este projeto.  Poderás ver este e outros artigos aqui. Maria João Teixeira/Parqmag
Cortiça Portuguesa na Serpentine Gallery É com um certo orgulho nacionalista, levemente disfarçável, que anunciamos que a Corticeira Amorim foi escolhida como parceiro num projeto arquitetónico do consagrado gabinete de arquitetura Herzog & de Meuron em conjunto com o artista plástico Ai Weiwei. Depois do notável trabalho realizado no emblemático Estádio Nacional de Pequim, desenvolvido para os Jogos Olímpicos de 2008, Jacques Herzog, Pierre de Meuron e Ai Weiwei voltam a juntar-se para o que será o seu primeiro projeto conjunto no Reino Unido - no Pavilhão da Serpentine Gallery, em Londres. O pavilhão, construído para inspirar os visitantes a olhar por baixo da superfície, promete levá-los numa verdadeira viagem no tempo, através do legado das onze edições anteriores desta iniciativa. Às onze colunas que simbolizam cada pavilhão anterior, foi acrescentada uma outra a representar a estrutura atual, que suporta uma plataforma flutuante, a uma distância do solo de apenas 1,5 metros. Para a materialização desta icónica obra, a escolha recaiu na cortiça como elemento estruturante e distintivo, pelas suas características. Segundo os artistas, ela é um "material natural, com fortes mais-valias aos níveis do tato e do olfato, de grande versatilidade, o que permite que seja facilmente esculpido, cortado, moldado e formado." Depois de nomes como os dos arquitetos Álvaro Siza e Eduardo Souto Moura emprestarem o seu talento a este marco da arquitetura mundial em edições anteriores, é agora a vez da cortiça, esse material tão nosso, voltar a colocar o nome de Portugal na calha. serpentinegallery.org Poderás ver este e outros artigos aqui.  Diana Neves Carvalho/Nstylemag
prémio Faces of Design 2012 Pedro Gomes Pedro Gomes ganhou o pré­mio "Faces of Design 2012". O jovem de 27 anos admi­tiu o valor da dis­tin­ção que lhe pos­si­bi­li­tou "uma pro­jec­ção mais cre­dí­vel e uma posi­ção mais sólida no mer­cado", asse­gu­rou o jovem designer. Tomou conhe­ci­mento do pré­mio há 2 anos, mas só em 2011 deci­diu con­cor­rer. Pedro Gomes viu no "Faces of Design Award" uma fer­ra­menta de des­ta­que num mer­cado que o pró­prio diz ser "bas­tante com­pe­ti­tivo". Para além disso, o for­mato do pré­mio que des­taca desig­ners com base no seu port­fó­lio e não num pro­duto só, foi "um fac­tor muito impor­tante", garan­tiu Pedro. O pré­mio materializa-​​se numa publi­ca­ção que inclui o per­fil pro­fis­si­o­nal de cada ven­ce­dor que será dis­tri­buída a mais de 1500 deci­so­res na área do Design. Juntamente com o Prémio "Faces of Design 2012", Pedro foi dis­tin­guido com uma men­ção adi­ci­o­nal pelo seu port­fó­lio. "Foi uma grande sur­presa e um começo de 2012 em grande!", con­fes­sou o jovem designer. Pedro reco­nhece que o Prémio é muito impor­tante para "obter novos cli­en­tes e opor­tu­ni­da­des". Contudo, a diver­si­dade de pro­jec­tos de vários desig­ners que mor­rem por falta de inves­ti­mento, leva Pedro Gomes a subli­nhar que "há ainda muito a desen­vol­ver na área do design em Portugal". Num cená­rio de risco finan­ceiro, Pedro garante que a crise é algo bas­tante posi­tivo. "Vejo-​​a como um motor de ino­va­ção. Os ajus­tes obri­gam a repen­sar, a criar novas estru­tu­ras e a pen­sar em novas estra­té­gias", afir­mou Pedro Gomes que acres­cen­tou que, embora esteja em Portugal há menos de 6 meses, o seu número de cli­en­tes já cres­ceu em "300%". O jovem encontra-​​se neste momento em fase de desen­vol­vi­mento da BOUNCE CHAIR, cadeira dese­nhada pelo pró­prio. Para além disso, man­tém a aposta no mer­cado naci­o­nal e está a desen­vol­ver par­ce­rias com empre­sas naci­o­nais na cri­a­ção de novas estra­té­gias de mer­cado e desen­vol­vi­mento de pro­du­tos da área de ilu­mi­na­ção, mobi­liá­rio e electrónica.  Poderás ver este e outros artigos aqui.   Marta Ferreira/Parqmag
Festival Ibérico Cinema Português em alta Se não nos destacamos na Holanda pelo sucesso da nossa economia, deixemos que o nosso cinema os conquiste. O Festibérico, a bem da Península e da 7ª arte, dá um valente contributo! Dez dias ibéricos na famosa Delft, a cidade da porcelana azul e branca, das casinhas à beira dos canais, um regalo para os olhos. Ali mesmo na Doelenplein, uma pracinha acolhedora, com restaurantes pequeninos, convidativos de luz quente e velas acesas, está a cinemateca Lúmen, a casa que gosta de cinema de outras paragens. É lá que pára Cinema Português e Espanhol, entre 19 e 29 de Abril, pela mão do Festibérico. O festival já vai na 8ª edição e conta, este ano, com filmes premiados e muito recentes do Cinema Português e Espanhol. Ainda que o sol demore a chegar aqui a Delft, o ambiente aquece quando os filmes do sul da Europa chegam com prémios de toda a cor e feitio e filmes que não chegariam sem o esforço conjunto de um grupo de voluntários, espanhóis, portugueses e holandeses, doidos por cinema e cheios de vontade de mostrar o que de bom se faz na Península Ibérica. O Festibérico tal como o conhecemos agora, e tal como o conhecem as gentes de Delft, começou há 10 anos e é o maior festival de Cinema da cidade e a maior mostra regular de Cinema Português na Europa. Consta que a média de espectadores, por festival, ande pelos 1500; os custos são maioritariamente cobertos pela bilheteira apesar de o comité espanhol ter acesso a alguns subsídios de instituições espanholas. O festival abre a 19 de Abril com o grande vencedor dos prémios Goya de 2012 "No habrá Paz para Los Malvados", e a grande noite à Portuguesa é inaugurada a 21 de Abril pelo western de Rodrigo Areias "Estrada de Palha", sobre o qual o realizador falará com o público no final. Nas edições anteriores do festival, o momento de conversa com os realizadores é altamente participado, os holandeses são um povo muito curioso e perguntador. Nesta mesma noite haverá vinhos e petiscos portugueses para os cinéfilos. A música vai pontuar o festival durante os dez dias de cinema, a dos Lavoisier, virá a 29 para fechar o festival e celebrar mais uma grande mostra. "Mistérios de Lisboa", "Embargo", "José e Pilar", "Sangue do meu Sangue", entre outras longas-metragens. Destaque, como sempre, dado ao Cinema de Animação, um género muito apreciado pelo comité do Festibérico e um must entre o público. É uma verdadeira festa de Cinema com vários géneros à mistura onde o ponto comum é a qualidade. Os filmes são passados na língua original com legendas em Inglês, salvo um ou outro filme com legendas em Holandês. Entre 19 e 29 de Abril, as bicicletas vão amontoar-se, como de costume, à porta do Lúmen! Poderás ver este e outros artigos aqui. Sónia Lacerda/Rua de Baixo
Vídeo La Dolce Vita Festa do Cinema Italiano A 8 ½ Festa do Cinema Italiano 2012 começa em Lisboa dia 12 de Abril e estende-se até 13 de Maio A 8 ½ Festa do Cinema Italiano regressa este ano com uma programação diversificada e apetecível. Além das várias secções habituais, o público vai poder contar com eventos culturais como concertos, encontros e gastronomia, que será uma constante. O certame realiza-se em Lisboa entre os dias 12 e 19 de Abril e estende-se por outras cidades do país até 13 de Maio. Podem descarregar AQUI o programa. O festival apresenta-nos uma mostra de longas-metragens, em competição e fora dela, e curtas-metragens, produzidas ao longo do último ano, ciclos de retrospectiva (Ermanno Olmi), homenagens (Paolo Sorrentino, Pietro Marcello e o colectivo Flatform), documentários, videoclips, este ano dedicados ao cantautor recentemente desaparecido, Lucio Dalla. "This Must Be The Place", inserido na secção "Panorama", é o filme de abertura realizado por Paolo Sorrentino e protagonizado por Sean Penn, na pele de uma ex-estrela de rock (com um look inspirado em Robert Smith dos The Cure) em busca de um criminoso nazi refugiado nos Estados Unidos. A secção competitiva apresenta seis novos filmes, primeiras ou segundas obras, como "Scialla!" de Francesco Bruni, que retrata a relação entre um pai e um filho, ou "Lá Bas" do realizador Guido Lombardi, nos dá a conhecer o sul da Itália pelos olhos de uma comunidade africana. No "Dopo Le 8 ½" destacamos o "Cine-Jantar", no antigo mercado de Santa Clara em que será exibido "La Grande Abbuffata" de Marco Ferreri, acompanhado de um jantar inspirado nesta obra do cinema italiano. Outra iniciativa associada à gastronomia é o "Cine-Aperitivo"; todos os dias a partir das 20.30 o Espaço Nimas oferece um diferente petisco italiano. Venham daí! Vamos começar a viver "La Dolce Vita" na festa de abertura no miradouro Portas do Sol dia 12 de Abril. Com música, dança e boa disposição, Itália e Lisboa encontram-se entre o rio e Alfama. Poderás ver este e outros artigos aqui. Joyce Mendonça/Rua de Baixo
Vídeo Janis Joplin Música A boa-nova chegou para o fãs de Janis Joplin em formato de pérola. O come back marca-se com a chegada às lojas de uma nova edição do disco Pearl, cheio de extras e raridades, em jeito de comemoração do aniversário da rainha do rock n'roll. É tempo de regressar ao auge da soul e dos blues. Janis Joplin está provavelmente agarrada ao microfone a atingir notas altíssimas e a envolver multidões com a sua voz e as suas músicas. Para quem quiser voltar atrás, ou para apenas quem quiser entrar dentro do tempo histórico da música do ano 1960, The Pearl Sessions é um bom motivo. Originalmente lançado a 11 de janeiro de 1971, três meses após a morte da cantora, o disco Pearl estreou as gravações de estúdio, como um testamento da cantora aos fãs. O álbum estreou-se no nº 1 do Top 200 da Billboard durante 9 semanas, cheio de temas icónicos, incluindo uma versão do tema "Me and Bobby McGee", de Kris Kristofferson, e uma  versão improvisada e a acappella de "Mercedes Benz". A assinalar o aniversário da cantora, que faria 69 anos este ano, a editora Legacy Records coloca à venda a edição "The Pearl Sessions".  Uma verdadeira pérola para os fãs, não fosse este álbum um reencontrar de registos privados da cantora, com direito a nove faixas nunca ouvidas. Gravações recentemente descobertas da cantora no estúdio, na brincadeira com o produtor Paul Rothschild e os seus colegas da banda Full Tilt Boogie, à medida que trabalhavam naquilo que viria a ser uma parte fundamental do catálogo musical central de Janis Joplin. O álbum reúne, pela primeira vez e numa só embalagem, as versões originais em vinil de 45 rotações, para além das faixas do LP original e também as reveladoras versões alternativas recentemente descobertas, gravações de estúdio e gravações vocais dos temas clássicos de Pearl. O Disco 1 de "The Pearl Sessions" inclui o álbum original bem como os singles originais em mono do disco ("Cry Baby", "Get It While You Can", "Me and Bobby McGee"). O Disco 2 é uma compilação de gravações de bastidores que explicam as sessões de gravação de Pearl com destaques e perspetivas num diálogo honesto de estúdio, demos de canções e versões alternativas, incluindo nove faixas nunca antes editadas. Aquilo que os autores não destroem é candidato não assumido a publicação póstuma e este albúm é como um devolver dos bens aos familiares. Neste caso, restituídos a quem sempre pertenceram, o público. Poderás ver este e outros artigos aqui.  Nstylemag
Vídeo Jack White X Blunderbuss Música Jack White soube como pou­cos pas­sar do reduto o under­ground para um som mais mains­tream. Mesmo vindo de uma longa car­reira que teve iní­cio no começo da década de 1990, o músico de Detroit só alcan­çou o des­ta­que abso­luto no iní­cio da década seguinte, quando ao lado da par­ceira Meg trouxe de volta a força do blues embe­bida pelo dina­mismo do rock com acon­te­cia em The White Stripes. Este novo álbum está cheio de deta­lhes onde pode­mos per­ce­ber as influ­en­cias do blues obs­curo da década de 1930, do rock clás­sico dos anos 60 e mesmo do garage rock da década de 1980. Pela pri­meira vez Jack parece dia­lo­gar aber­ta­mente com vários artis­tas que  o influ­en­ci­a­ram. Um resul­tado que se evi­den­cia tanto na cru­eza e sim­pli­ci­dade honesta de Sixteen Saltines como na gran­di­o­si­dade de Weep Themselves to Sleep, com todos os seus arran­jos esculturais. Blunderbuss,  nome que é uma refe­rên­cia a uma arma de fogo, é bem um disco intei­ra­mente vol­tado para o pas­sado, como se o can­tor fosse uma espé­cie de guia para nova­tos. Há de tudo neste que pode ser con­si­de­rado um catá­logo nos­tál­gico onde des­taco a inte­li­gên­cia de com­po­si­ção de  I Guess I Should Go to Sleep ou os anseios melan­có­li­cos da música folk na faixa que serve de título.Em todas as fai­xas com refe­ren­cias ao pas­sado white sabe como acres­cen­tar doses míni­mas e con­tro­la­das  de renovação. Poderás ver este e outros artigos aqui. Francisco/Parqmag
Profissões em 2012 As melhores e as piores O site norte-americano CareerCast.com publicou uma lista das melhores e piores profissões este ano, baseada em cinco critérios: a procura do mercado laboral, o ambiente de trabalho, o vencimento, o stress no trabalho e perspetivas da carreira. A atividade com a melhor cotação atual é a de engenheiro informático de software. Ser lenhador é a pior profissão este ano. As profissões ligadas ao sector da saúde estão entre as melhores. Na cauda do ranking estão, por exemplo, os jornalistas, agricultores, taxistas, soldados, lavadores de pratos e sapateiros. O site faz uma média ponderada de diversos indicadores, quase todos medidos pelo Departamento do Trabalho norte-americano. A pontuação total de cada profissão tem em conta três dimensões que valem 1/3 cada: o salário, o panorama geral e os "factores preferenciais". Para além do cálculo do salário médio arredondado é adicionado ainda o potencial de crescimento da remuneração. O panorama incide sobre o emprego (é medida a percentagem de aumento de vagas daquela profissão estimadas entre 2010 e 2020), sobre o potencial de crescimento do salário e sobre as estimativas de desemprego relativas ao terceiro trimestre de 2011. Para o cálculo dos "factores preferenciais" entram o ambiente do emprego, a exigência física e o stress associado. O ambiente divide-se em duas categorias: físico (que se refere às condições de trabalho e à exigência física) e emocional (cujos indicadores são a competitividade, as ameaças enfrentadas e o nível de contacto com o público). A exigência física do trabalho contempla cinco categorias, conforme os pesos médios que o trabalhador é obrigado a levantar diariamente. O espectro vai desde o trabalho sedentário até ao muito pesado. Finalmente, o stress é medido por um conjunto de 11 exigências que fazem parte do trabalho em maior ou menor extensão. São eles: as viagens, o potencial de crescimento, os prazos, o escrutínio público, a competitividade, a exigência física, as condições ambientais, os perigos encontrados, o risco para a própria vida, o risco para outros e os encontros com o público. As 10 melhores profissões: 1-engenheiro de software 2-atuário (analista de riscos) 3- técnico de recursos humanos 4-higienista dentário 5-conselheiro de finanças 6-audiologista 7-terapeuta ocupacional 8-publicitário de online 9-analista de sistemas 10-matemático As 10 piores profissões: 1-lenhador 2-trabalhador agrícola 3-soldado 4-operário do sector petrolífero 5-jornalista 6-doméstica 7-agrimensor 8-lavador de pratos 9-carniceiro 10-radialista Sagres
Stories of Chairs Design O "Stories of Chairs" é um espaço online que apela à partilha de "estórias" e à criatividade. Apostar na "reinvenção" do conceito de cadeira e convida a uma participação activa de todos. Lançado em Outubro de 2011, o "Stories of Chairs" é um projecto multimédia que se integra no Pólo de Design de Mobiliário da Câmara Municipal de Paredes. Com marca registada na Rota dos Móveis, o objectivo é a criação de uma espécie de arquivo, onde toda a comunidade pode participar com o envio de "estórias", com imagens, textos, vídeos, desenhos ou fotografias de cadeiras. A iniciativa é liderada por Heitor Alvelos, director do curso de doutoramento de design e membro da comissão científica de mestrado em design da imagem da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), e por Jorge Pereira, designer de comunicação e director executivo. O "Stories of Chairs" conta já com o envolvimento de diversas instituições como o Instituto de Design, Media e Cultura, a Universidade do Porto ou a Universidade de Aveiro. "Todos temos a nossa estória para contar sobre cadeiras", afirma Jorge Pereira. O projecto, que quer contar com a participação das pessoas, unindo-as "pela criatividade", quer não só legitimizar a indústria do mobiliário, como também dar a conhecer a importância do design. Para além deste papel de divulgação, o "Stories of Chairs" funciona como uma iniciativa de cidadania e de "participação cívica, a partir daquilo que é uma indústria local", e utilizando, para tal, meios digitais.  Por isso mesmo, o projecto quer, ainda, juntar a "história e a tradição do município e a criatividade e inovação", assim como promover a "reinvenção de um território, não apenas geográfico, mas sobretudo simbólico", como pode ler-se no site. O "universo de estórias" das cadeiras O site, maioritariamente em inglês, divide-se em "três grandes vertentes", de forma a criar algo que "não seja apenas um catálogo" mas, igualmente, um espaço onde as pessoas "possam rever a sua criatividade". Desta forma, o desejo de "criar o maior arquivo online de cadeiras" levou a que o site acolha uma vertente "explicativa", a "Why Chairs", uma de participação, a "Send Chairs", onde os participantes têm a oportunidade de enviar as suas "estórias" e a "parte central do projecto": o arquivo "See Chairs".  Neste espaço, foram adicionadas "estórias" e um conjunto de ficheiros audiovisuais que "estavam perdidos numa gaveta" sobre "uma profissão tradicional do concelho de Paredes associado" à "indústria do mobiliário". Uma outra iniciativa incluída no espaço online que se dedica a cadeiras é o "Chés". O nome surgiu pela associação da forma como a palavra inglesa "Chairs" é pronunciada pelas crianças mais pequenas. O "Chés" incluiu a participação de 350 crianças do ensino pré-escolar de Paredes. O desafio era uma resposta às perguntas "qual é a tua cadeira?", "o que tem de especial?" e "como gostarias que fosse?", em forma de desenho. A ideia já tem "alguma visibilidade internacional" e, graças à Internet, tem estabelecido uma "ligação mais directa" com outros países, diz Jorge Pereira. "Todas as culturas usam a cadeira. De uma forma ou outra, é um universo de 'estórias'", afirma. Promoção de participações activas Rita Sá foi uma das participantes no projecto. Com bacharelato e licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, tornou-se "master of fine arts" em Computer Art pela School of Visual Arts, em 2009.   Depois de conhecer, no Futureplaces, o "Stories of Chairs", decidiu participar com um vídeo. A partir do conceito "The Chairman", Rita Sá decidiu apostar na ideia que partiu "da própria palavra que, em Portugal, não tem uma tradução literal". Por isso mesmo, o vídeo acabou por resultar numa brincadeira com este conceito que, em inglês, se relaciona com o título de presidente ou administrativo, representando um homem sentado numa cadeira que aparenta fazer parte de si. Sagres
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